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Após retirar recém-nascido sem autorização de maternidade, mãe e amiga são perseguidas pela polícia em MS

Postado em 26/03/2021 por

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Após retirar recém-nascido sem autorização de maternidade, mãe e amiga são perseguidas pela polícia em MS — Foto: Redes Sociais
Após retirar recém-nascido sem autorização de maternidade, mãe e amiga são perseguidas pela polícia em MS — Foto: Redes Sociais

Uma perseguição entre três mulheres e a Polícia Militar (PM) de Três Lagoas (MS), a 313 km de Campo Grande, marcou a tarde desta quinta-feira (25) no município. A mãe do recém-nascido, uma amiga e a acompanhante executaram a retirada do bebê sem autorização da maternidade.

O recém-nascido ainda não tinha recebido alta médica, de acordo com as informações registradas no Boletim de Ocorrência (BO), quando a mãe foi informada pela equipe médica sobre o procedimento, e se negou a entregar a criança, momento em que ligou para uma amiga, pedindo para que a mesma fosse até o hospital retirar o bebê.

Ainda conforme a policia, a amiga, de 38 anos, adentrou a maternidade sem autorização, pegou o recém-nascido e saiu junto com as outras em disparado. A PM foi acionada e deu inicio a perseguição.

De acordo com o BO, as autoridades tentaram alcançar o carro pedindo para que as mesmas estacionasse, porém sem sucesso. A condutora ignorou todas as tentativas de abordagens e tentou jogar o veículo contra a viatura policial, afirmando que só pararia quando chegasse em sua residência.

No local, a polícia informou que foi necessário o uso de força e das algemas para conter a motorista, que estava alterada e agressiva. Ainda na residência, o filho da motorista, de 20 anos, teria interferido na conduta policial e agredido um integrante da equipe. De acordo com o BO, a motorista deferiu chutes contra as partes íntimas de um dos policiais.

A motorista e o filho foram conduzidos para a 1ª Delegacia de Três Lagoas. O recém nascido foi acolhido pelo conselho tutelar e levado diretamente para maternidade do Hospital Auxiliadora, onde ficará sob cuidados médicos até sua liberação. O caso segue em investigação.

Fonte: G1 MS

Por: Thiago Silva*

*Com a supervisão e autorização do diretor do departamento de jornalismo da Cultura FM 97,3

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